22 de diciembre de 2011

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A página do Facebook da sua empresa pode te ajudar muito nos negócios


As mídias sociais estão cada vez mais presentes no universo dos empresários. Eles encontraram nas plataformas um eficiente meio para divulgar seus serviços e produtos, atrair novos clientes e, claro, estabelecer um diálogo com os interessados na empresa. Entretanto, novos espaços e possibilidades fazem surgir dúvidas e questionamentos. Qual é a melhor forma de utilizar esse espaço? Como otimizar os recursos que a rede social disponibiliza, e alavancar os negócios por meio de uma página da internet? A Inc Magazine fez uma seleção de 20 cases de sucesso de pequenos empresários e suas páginas no Facebook. A revista apontou em quais aspectos a utilização desse canal foi vantajosa para seus negócios. O fator predominante em todos os casos é o fortalecimento de um diálogo com o consumidor e a criação de uma rede de fãs de cada marca. Conheça a seguir alguns desses cases:
Bare Escentuals: página minimalista para diálogo com clientes
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A empresa é pioneira no desenvolvimento de cosméticos com composição mineral e considera o Facebook uma ferramenta de diferenciação importante para a marca. Para Simon Cowell, diretor de marketing, a rede social funciona como um espaço para diálogo com os clientes, pois os comentários e observações postadas no Facebook servem como feed para a empresa, que redesenhou suas embalagens de produtos a partir dos comentários. 
Bonobos: página ativa gera feedback de usuário
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Para a Bonobos, loja online de roupas masculinas, o Facebook é uma parte crucial do seu modelo de negócio, sendo uma ferramenta poderosa para gerar novos clientes. A marca tem mais de 10 mil fãs na rede e utiliza o contato constante com os clientes para obter informações úteis sobre os produtos da empresa e experiências com o serviço.

Brendan Pub: Facebook foi ferramenta crucial para lançamento da empresa
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Antes do pub irlandês Brendam ser inaugurado na Califórnia, EUA, o diretor de marketing da empresa, Tyler Rex, criou a página e por meio de atualizações freqüentes e fornecimento de conteúdo dinâmico, conquistou uma rede prévia de contatos e clientes para o estabelecimento. Rex afirma que cada comentário postado na página é respondido.
Burt’s Bees: fãs podem comprar pelo Facebook e assistir vídeos do dia a dia da empresa
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A empresa de 25 anos fabricante de produtos naturais para cuidados pessoais, Burt’s Bees, utiliza o Facebook como espaço para manter contato com seus fãs e clientes. “Por meio do Facebook, podemos introduzir novos produtos de forma mais interativa do que em anúncios impressos ou banner e oferecer um espaço onde os nossos consumidores podem se conectar uns com os outros”, explica Melissa Sowry, gerente de conteúdo de mídias sócias da empresa. De 2010 pra cá, a página da companhia dobrou a quantidade de fãs.

ECycler: utiliza seção de notas para publicação de série semanal que atrai interessados por reciclagem
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A Ecycler é uma empresa que ajuda seus clientes a instalarem mecanismos e rotinas de reciclagem em suas casas. Tim Laurent e Craig Robertson, co-fundadores da empresa, usam o Facebook como um canal de comunicação para os seus fãs e também para tornar o funcionamento interno do eCycler transparente. A empresa também produz uma série semanal de 30 segundos chamada “Crush that Can”, sobre reciclagem.
Veja a seleção na íntegra no site da Inc Magazine .

19 de diciembre de 2011

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Como construir relações duradouras com clientes?






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O final de ano é a época em que as empresas aceleram os esforços para impulsionar as vendas. Mas, para conquistar novos clientes e ampliar a penetração de sua marca, nem sempre basta contar com um produto ou serviço excelente. Para ter sucesso na comercialização do portfólio da empresa, é preciso conhecer os clientes e até ter umaconexão com eles. Isso trará uma característica pessoal às ações de venda e irá fidelizar ainda mais o consumidor.
Para ajudar você, empreendedor, nessa tarefa de aproximação ao potencial cliente, a revista Entrepreneur preparou sete dicas valiosas.
1. A empresa deve ter sua cultura, assim como os antigos de negócios de esquina: Os consumidores compram de pessoas com quem possam se relacionar e criar afinidade. Para conseguir criar esse tipo de intimidade é preciso desenvolver uma cultura similar à dos negócios de antigamente, quando o proprietário do local sabia o nome do cliente e o de toda a sua família. Uma dica para obter sucesso nessa tentativa é buscar conhecer um pouco da história do cliente perguntando sobre sua vida profissional, por exemplo. Afinal, todo mundo gosta de sentir que é importante o suficiente para que alguém se lembre das pequenas coisas de sua vida.
2. Seja o primeiro a fazer perguntas: Antes de iniciar as ações de venda, procure elaborar questionamentos que sejam capazes de revelar as intenções e necessidades do cliente. Isso tornará mais fácil o processo de demonstração de produtos ou serviços que poderão agradar o consumidor e garantir a venda.
3. Vender é como paquerar: A arte de comercializar é similar às atitudes da paquera. Você busca atenção e quer que a pessoa retribua esse interesse. Uma maneira de fazer com que o cliente queira informações sobre os produtos e serviços oferecidos e até volte para uma nova compra é criar um elo entre ele e a sua empresa. Procure mandar e-mails com notícias sobre os negócios do consumidor que você achou interessante, por exemplo. Isso mostrará respeito e atenção por parte da empresa.
4. Revele a sua personalidade: Outra maneira de conquistar a confiança e o contato pessoal com o cliente é deixá-lo conhecer um pouco sobre a sua personalidade e intimidade. Mas é preciso ter cuidado para não constranger o consumidor. Ele deve saber apenas de fatos necessários para que uma relação saudável seja construída.
5. Ouça os seus consumidores: Não há nada mais insultante do que sentir que se está sendo ignorado em uma conversa. Para evitar esse tipo de situação, questione os seus consumidores, preste atenção ao que eles estão respondendo e planeje as próximas perguntas.
6. Fuja de computadores e smartphones: Embora seja mais rápido e menos estressante enviar um e-mail para um potencial cliente, reuniões face a face e o próprio networking são mais eficazes na criação de conexões significativas com os consumidores. Isso demonstra atenção e cuidado por parte do empreendedor.
7. Seja paciente: Como muitas coisas importantes na vida, é preciso paciência para desenvolver relacionamentos duradouros com os clientes. Lutar contra o desejo de apressar esse processo é fundamental.
E você, empreendedor, como constrói o bom relacionamento com os clientes?

fonte:http://www.papodeempreendedor.com.br

25 de noviembre de 2011

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A mi me pasó que cuando me dijeron que tenía diabetes una nube de preguntas llenó mi cabeza. Sólo había escuchado algo por ahí de problemas con el azúcar y que mi bisabuela materna la tenía.

Con el paso del tiempo, mientras más aprendía y nuevos conceptos se incorporaban a mi vida más dudas surgían. ¿Uso o no uso la jeringa más de una vez… se puede? ¿La insulina debe estar siempre refrigerada? ¿O sea tengo que andar con un cooler para todas partes? ¿Y mis pies, tengo que cuidarlos desde ahora usando zapatos especiales? 

Bueno…
Para algunas de las preguntas ya tengo mis propias respuestas.
1.-
Las lancetas, las jeringas y las agujas se pueden reutilizar. Eso es así y nadie lo puede negar. Que sanitariamente no sea recomendable es otra cosa.
 Cuando no existía el beneficio del GES y debía costear de mi bolsillo todos los insumos, la lanceta se cambiaba sólo cuando dolía mucho el dedo. Si bien esto no es recomendable, no había mucha más alternativa.
Si a la jeringa se le pone su tapa inmediatamente y no se la expone a contaminación, también se puede usar más de una vez.
O sea, no hay que desesperar si tienen sólo una jeringa o aguja de lápiz en su bolsito y ya salieron de la casa.
2.-
Basta lavar las manos con agua y secarlas bien para medirse la glicemia. No alcohol. Muchos estudios lo confirman. Las manos limpias y bien secas es suficiente. Sobre todo si se ha comido algo azucarado antes. El alcohol termina resecando y endureciendo la piel, por lo que tampoco se recomienda.
3.-
En las enfermedades crónicas, el apoyo de los pares es fundamental. 
Una enfermedad crónica es para toda la vida. 
La diabetes por ahora no tiene cura, pero si muy buenos tratamientos que nos permiten hacer nuestra vida sin grandes sobresaltos si nos preocupamos de cuidarnos.
Pero como es para siempre, es bueno recorrer el camino acompañado, no sólo de los más cercanos, como la familia, si no por otros que estén pasando por lo mismo. Incluso la experiencia de quienes llevan más tiempo es una buena fuente de aprendizaje.
Acercarse a las asociaciones de pacientes es el primer paso para conocer a nuestros iguales.
4.-
Siempre es bueno escuchar una segunda opinión.
De un médico, de una enfermera, de una nutricionista… de un glucolega. 
Los términos técnicos con los que habla el médico deben ser aclarados. Las dudas que tengamos con respecto a nuestra enfermedad y su tratamiento deben ser aclaradas. Si las respuestas no nos satisfacen, antes de entrar en un conflicto o en un diálogo de sordos, puede ser el momento de preguntar a alguien más. Es nuestro derecho.
5.-
No somos súper héroes, la diabetes es un arduo trabajo de todos los días y podemos flaquear. Lo importante es levantarse. No tenemos que parecer perfectos, no lo somos. 
La diabetes suele ponernos retos. En este camino habrán altas y bajas… muchas de ellas. Pero también habrá glicemias dentro del rango por las que nos sentiremos orgullosos y correremos a contárselas al todo el mundo.
6.-
La fecha de vencimiento de nuestros insumos no significa que se destruyen al día siguiente.
El laboratorio nunca lo dirá, pero tanto la insulina, el glucagón y las tiras reactivas se pueden utilizar pasadas su fecha de caducidad.
Por cierto que ellos no garantizarán la efectividad del producto ni avalarán su uso, eso no lo pueden hacer. Pero puedo decir con mucho conocimiento de causa que en el caso de las tiras yo las he usado hasta con 3 meses cumplida la fecha de vencimiento. 
Lo importante es de todos modos contar con tiras que no estén vencidas pues si queda la duda de la cifra que muestra el glucómetro podemos comprobarla con otra tira nueva.
7.-
Siempre habrá una nueva glicemia para mejorar. A no desanimarse si el número no es es que esperábamos.
Es sólo un número, pero casi un GPS para decirnos a dónde vamos.
Lo más importante es reflexionar el por qué de esa cifra. Analizándolas todas (ya dije que la diabetes es un arduo trabajo 24/7) llegarán a las causas, tanto de las que están dentro de rango como las que están fuera. Si están dentro, vamos! a repetir lo que se hizo bien y aprovechar el margen para experimentar. Si están fuera de los rangos meta planteados en conjunto con el equipo de salud, hay que ver en donde se necesita hacer un ajuste.
Que el pinchazo en el dedo valga la pena, que no sea un acto mecánico, casi con el único objeto de cumplir y poder responder un largo “sí” cuando nos preguntan si nos medimos…
8.-
No hay preguntas tontas sobre diabetes… Sólo hay preguntas que no se hacen.
La información es poder. Y para estar informados hay que averiguar, hay que preguntar. Y si las respuestas no nos dejan contentos, seguir preguntado. La persona con diabetes que sabe más sobre su enfermedad vive más y mejor.
9.-
No, no, no! Ese oscuro futuro que nos vaticinan (amputados, ciegos, dializados…) está en nuestras manos que no sea realidad. Con nuestro esfuerzo podemos tener una excelente calidad de vida sin sacrificar el disfrutar de las cosas y con las personas que más queremos. Estoy casado, tengo un hijo, familia y amigos que quiero y me quieren. He viajado, fui a la universidad, me convertí en profesional, trabajo y creo que soy un aporte para muchas personas… Todo con diabetes!
10.-
La dieta del diabético no existe.
Sólo existe la alimentación saludable, que toda la población debería ingerir. 
No hay que caer en la tentación de usar sólo productos light. Es cierto que si se puede evitar el azúcar refinada hay que hacerlo, pero tampoco podemos caer en la paranoia de que si no es light no se puede.
Con educación e información, podemos comer muchas cosas más de las que pensamos.
Si tenemos las herramientas en nuestras manos (insulina, hipoglucemiantes orales, glucómetros, el hábito de hacer ejercicio en forma regular) usémoslas bien. Apliquemos lo que hemos aprendido a lo largo de nuestros años de experiencia.
11.-
La diabetes no es una sentencia de muerte.
Si no, sería muy raro que luego de 25 años yo estuviera escribiendo esto.
Nadie se muere de diabetes, lo que termina con la vida de los pacientes son problemas relacionados con las complicaciones de la diabetes: falla renal, infarto cardíaco, etc. Y para que eso no pase hay que hacer una sola cosa: cuidarse.
12.-
¿Zapatos especiales para diabéticos? No gracias.
La verdad sea dicha, no le he prestado mayor preocupación a mis pies que la que el sentido común indica. No ando descalzo por la vida, uso calcetines y zapatos cómodos (de preferencia zapatillas). Corto mis uñas en forma recta y todo bien. Por ahí de repente uso una crema para humectar.
Entiendo que haya un mercado para esto, sobre todo considerando que una de las primeras manifestaciones de complicaciones son las neuropatías que suelen terminar con amputaciones…. Ok, lo acepto, pero prefiero pensar en positivo y usar la profilaxis de un buen tratamiento y no llegar a esos extremos.
13-
Con diabetes sí se puede.
Está demostrado: deportistas de alto rendimiento, artistas, cantantes, profesionales exitosos, y… ejem! blogueros también… muchos con diabetes… Todos con las ganas de hacer las cosas bien, todos con las ganas de aprender, de tener un buen autocontrol y salir adelante.
Que hay que tomar precauciones para hacer algunas de las cosas que más nos gustan, sí, claro… pero estoy seguro que de esa forma las disfrutamos más.
Ah… ¿Y la insulina? Ya lo he dicho más de una vez, la insulina en uso no necesita refrigeración. Puede estar a temperatura ambiente, alejada del calor excesivo, por lo que no es necesario andar con un cooler para todos lados. ;)
A ver si ustedes pueden aportar con otras muchas más.
Nota: esta es una lista arbitraria y representa 100% mi opinión. No puede ser usada como guía de tratamiento de nadie. Siempre consulta con tu médico.
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O diabetico deve comer alimentos especiais para ele?




saber de diabetes

Por Marcelo González.

“Los diabéticos deberían comer alimentos especiales para diabéticos…”.

Falso!


Muchas veces he escuchado la pregunta del mozo: “¿Coca Cola normal o light?” Como si pedir light fuera anormal!

En fin, las gaseosas son las únicas cosas que ingiero que se puede decir que son “especiales” para diabéticos y ni aún así es cierto, porque hoy en día no hay que tener diabetes para pedir una gaseosa light ;)

No son pocas las personas que creen que nosotros sólo podemos consumir alimentos que han sido producidos especialmentepara gente “dulce”: caramelos sin azúcar o chocolates para diabéticos.

Pero no se si han reparado en lo siguiente. Piensen por un momento. La dieta sana, recomendada para quienes tenemos diabetes es la misma que se le recomienda a cualquier persona que quiere tener una alimentación sana, equilibrada: baja en grasas, baja en sal y por supuesto baja en azúcar, con comidas basadas en alimentos ricos en almidón, como el pan, las pastas y muchas fverduras y frutas para el aporte de fibra.

Me atrevería a decir que las versiones de alimentos con "azúcar” especial para diabéticos (la fructosa por ejemplo) no ofrecen ningún beneficio especial que no podamos encontrar en otros… Además, como todos los alimentos, aumentan el nivel de la glicemia, por lo que su consumo no es libre ni nos evita los pinchazos de insulina. Y más todavía, los “poductos especiales para diabéticos” suelen ser más caros y hasta tener un efecto laxante por los ingredientes que contienen.

La "mejor dieta para el diabético” es la combinación justa y precisa de alimentos, medicación y ejercicios. No siempre resulta, pero es lo que muchos (entre los que me incluyo) tratamos de hacer todos los días.

21 de noviembre de 2011

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Vinagre contra a diabetes??







Una dosis de vinagre(Dos cucharadas aproximadamente) tomado a la hora de acostarse baja las concentraciones de glucosa en pacientes con diabetes tipo 2, segun se ha descubierto en un nuevo estudio

Estudios anteriores han demostrado que tomando vinagre en la hora de la comida puede reducir los niveles de glucosa.
En el estudio actual, los investigadores examinaron el efecto de vinagre tomado a la hora de acostarse en cuatro hombres y siete mujeres (edades de 40 a 72 años) con diabetes tipo 2 que no estaban tomando insulina



Los participantes tenían una tasa típica de 136mg/dL de glucosa en ayunas (7,6 mmol / L) antes del comienzo del estudio. (Los niveles de glucosa en ayunas en los no diabéticos están generalmente por debajo de 99mg/dL. (5,5 mmol / L)

El ayuno de glucosa en los diabéticos se redujo en casi 3mg/dL o 0,15 mmol / L (2 por ciento) con placebo y por 4.7mg/dL o 0,26 mmol / L (4 por ciento) con el tratamiento de vinagre, una diferencia estadísticamente significativa.

Los investigadores descubrieron que el tratamiento de vinagre es especialmente eficaz para los seis sujetos que había un típico glucosa en ayunas mayor de 130mg /dL. O 7,2 mmol / L.

La glucosa en ayunas en estos participantes se redujo en un 6 por ciento en comparación con una reducción del 0,7 por ciento en los que tienen una típica de glucosa en ayunas menos de 130mg/dL o 7,2 mmol / L

18 de noviembre de 2011

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Porque se celebra o dia do diabetes em 14 de novembro?

Se celebra porque es el día del nacimiento de Frederick Banting, un médico canadiense cuyos trabajos de investigación llevaron al descubrimiento de la insulina para ser usada en el tratamiento de la diabetes.

Frederick BantingEste día se celebra desde 1991 por iniciativa de la Federación Internacional de Diabetes y la Organización Mundial de la Salud, con el objetivo de crear conciencia en todos los niveles de la creciente incidencia de diabetes en todo el mundo. 

Pero veamos algo de la biografía de Banting.

El menor de 5 hermanos, Frederick Grant Banting nació el 14 de noviembre de 1891 en el pueblo de Alliston, en la Provincia de Ontario, Canadá.

Con una infancia tranquila y no destacando mucho en los estudios primarios, a la hora de pensar en la educación superior primero pesó la decisión de sus padres quienes lo enviaron a estudiar Teología, como preparación para el Ministerio Metodista. Pero un año después dejó aquello para entrar a medicina en 1912 en la Universidad de Toronto. 

Debido a la guerra, la carrera de medicina fue acortada y se graduó en 1916.

A pesar de ser corto de vista y haber sido rechazado en primera instancia en el ejército, junto a otros compañeros Banting partió finalmente al combate con el grado de Capitán, con el que llegó a Inglaterra en 1917.

Un año estuvo trabajando en hospitales de Inglaterra hasta que fue enviado al frente de batalla, en Francia, en donde a pesar de haber sido herido en un brazo siguió prestando ayuda a sus camaradas de armas. Esta acción hizo que recibiera la condecoración de la Cruz Militar.

Estuvo recuperándose largo tiempo de la herida en Inglaterra y regresó a Toronto en 1919, donde ingresó a trabajar como residente de cirugía al Hospital para Niños Enfermos. Luego se estableció en London, una ciudad situada a 160 kms. de Toronto, donde comenzó a ejercer la medicina en forma privada.

En julio de 1920, y como su consulta parecía no prosperar desde el punto de vista económico, decidió pedir trabajo como preparador de fisiología en la Universidad de Western, Ontario. Allí fue en donde, recopilando antecedentes para una clase sobre metabolismo de los carbohidratos, leyó un artículo publicado por el patólogo norteamericano Moses Barron, que describía un caso de litiasis pancreática (cálculos en el páncreas) en el que se atrofió el sistema acinar (el que produce todos los jugos pancreáticos, distintos a la insulina) y se preservaron los islotes descritos por Langerhans en 1869. La madrugada del día 31 de octubre de 1920 Banting escribió estos apuntes: “Diabetus, ligar los conductos pancreáticos de un perro. Mantener el perro vivo hasta que los conductos degeneren dejando los islotes. Tratar de aislar la secreción interna para aliviar la glicosurea”. Parecía una idea genial.

Presentó la idea al departamento de Fisiología de la Universidad de Western, pero como estaban remodelando sus edificios y no tenían las instalaciones apropiadas le recomendaron acudir a la Universidad de Toronto.

Algunos colegas le sugirieron entonces que conversara con el Profesor John JR Macleod, jefe del Departamento de Fisiología de la Universidad de Toronto, quien además era un gran estudioso del metabolismos de los carbohidratos.

El laboratorio donde se descubrió la insulinaEn noviembre de 1920 se reunieron. Para Mcleod quedó de inmediato en evidencia que Banting no sabía mucho de carbohidratos ni de diabetes... Además, ya habían muchos otros afamados investigadores que habían intentado lo que Banting proponía y fracasaron. Banting usó como argumento que ninguno de ellos era cirujano como él, ni tenían la capacidad de ligar adecuadamente los conductos pancreáticos. Lo único que pedía era un local, 10 perros, un ayudante y la posibilidad de medir glicemia y glucosuria en los perros. No pidió que le pagaran ni que lo contrataran.

Finalmente Banting convenció a Mcleod y los experimentos se iniciaron en el verano de 1921.

Mcleod designó a los estudiantes Charles Best y Clark Noble como sus ayudantes. Ambos trabajaban como preparadores en el Departamento de Fisiología de la universidad. Como se venía el verano y las vacaciones, ellos sortearon con una moneda quien comenzaría con el trabajo. Así quedó estipulado que sería Best el primero y luego de un mes lo reemplazaría Noble... cosa que nunca sucedió.

Lo primero que hicieron Banting y Best fue acondicionar el viejo salón que llevaba más de una década abandonado. Luego, la idea era pancreatectomizar varios perros para que Banting practicara el procedimiento. De esta forma Best se familiarizaría con la forma de determinar la glucosuria y la glicemia, y ambos verían el desarrollo de la diabetes en los perros. Simultáneamente, se ligarían los conductos pancreáticos de varios perros para lograr la atrofia de los acinos pancreáticos y la preservación de los islotes. Luego de esto, Banting reoperaría a los perros para obtener del páncreas atrófico la secreción interna que se supone mejoraría la condición de los perros pancreatectomizados. 

Cuando sólo llevaban dos semanas de trabajo les quedaban apenas 3 perros vivos... Por lo que tuvieron que comprar más en las calles de Toronto. 

En junio de 1921 llegó el momento de aplicar la secreción de los páncreas atróficos... Pero las preguntas de cómo se haría surgieron poniendo todo el trabajo bajo un manto de duda y fracaso, pues además Mcleod no se hallaba en el país (estaba en su Escocia natal de... vacaciones) y no había como pedirle ayuda.

Banting y BestSe descartó el injerto o el transplante para decidir preparar un extracto de páncreas atrófico, con piezas de tejido licuadas y sometidas a sucesivas filtraciones para eliminar las partículas sólidas.
Por la mañana del 10 de julio de 1921, Banting y Best le inyectaron 4 cc del preparado, vía endovenosa, a un perro identificado con el número 410.

El perro tenía una glicemia de 200 mg/dL cuando lo inyectaron. Luego de una hora, tenía 120 mg/dL. Le inyectaron 5 cc más pero sólo bajó a 110 mg/dL... Y luego subió a 140 mg/dL habiendo sido inyectado nuevamente.

Pero no desfallecieron. El 1 de agosto sacaron de un coma diabético a un perro que no tenía páncreas aplicando 8 cc del extracto. Aquí hubo un hecho significativo. La glicemia inicial del perro era de 500 mg/dL y en una hora bajó a 42 mg/dL. Más tarde ocurrió lo mismo con otro perro... Y como ya llevaban un tiempo inyectado el “extracto” decidieron llamarlo “Isletín”, pues provenía de los Islotes de Langerhans.

Se pusieron aventureros Banting y Best pues intentaron ver si extractos de hígado o el “isletín” hervido tenían el mismo efecto de bajar la glicemia... También probaron si funcionaba aplicándolo por vía rectal... Pero no. De todas formas, estas desviaciones del tratamiento inicial, les permitió descubrir que no era necesario atrofiar los acinos pancréaticos, así que cambiaron la solución salina que utilizaban para la extracción por alcohol, lo que les permitía obtener una mayor concentración. También comenzaron a utilizar páncreas de terneros, pues se supo que los páncreas fetales tienen mayor cantidad de células beta que los de animales adultos. Banting dijo que aquello “marcó una nueva era en el trabajo”.

Banting y Best lograron mantener vivo al perro 33 durante 70 días con inyecciones diarias de la isletina, por lo que enviaron un manuscrito en noviembre de 1921 que fue publicado en febrero de 1922 en el Journal of Laboratory and Clinical Medicine de St. Louis, Estados Unidos.

Con Mcleod ya en Toronto, a través de él Banting consiguió el concurso de James Bertran Collip, un afamado químico, para que colaborara en el proceso de purificación y aislamiento de la isletina. La presencia de Collip fue de mucha ayuda pues con su experiencia mejoró el procedimiento de obtención y purificación de la isletina, demostró su incidencia sobre la cetonuria y la formación de glucógeno hepático, y comprobó que el extracto era capaz de bajar la glicemia en animales sanos.
Pero faltaba la prueba en humanos... Y lo que todos quienes tenemos diabetes, y nos inyectamos diariamente hemos querido por mucho tiempo, quedó demostrado que no era posible desde el comienzo: Banting le administró vía oral una porción de la isletina a quien fuera su compañero en la escuela de medicina, el Dr. Joe Gilchrich, que tenía diabetes... por cierto que no hubo resultados.

Publicación sobre los avances en la investigación.Mientras Collip seguía trabajando en la purificación de la isletina, hubo una reunión de la Sociedad Americana de Fisiología en la Universidad de Yale, en New Heaven (Connecticut), donde sería presentado el trabajo “Las influencias beneficiosas de ciertos extractos pancreáticos en la diabetes pancreática”, por Mcleod, Banting y Best, estos dos últimos en calidad de “invitados”. Banting dijo que cuando presentó el trabajo no podía hablar ni pensar, pues nunca había estado ante una audiencia tan reputada en materias de investigación, por lo que no lo presentó bien. Más todavía, los oyentes manifestaron muchas críticas y preguntas muy sesudas, las que fueron sorteadas por Mcleod, quien dentro de sus características destacadas tenía justamente ser un orador brillante e ideas ordenadas. Ahora bien, el uso del pronombre “nosotros” al mencionar la autoría del descubrimiento despertó la desconfianza de Banting... Y era que no, si él se había ido de vacaciones al comienzo de la investigación.

En Toronto, Collip avanzaba. Purificaba el extracto y generaba mayores cantidades. A fines de 1921, Collip identificó el shock hipoglicémico en ratones y logró su recuperación con glucosa pura endovenosa.

Entonces llegó el momento. Banting le pidió a Mcleod la oportunidad de utilizar la isletina cada vez más purificada en algún paciente del Hospital General de Toronto, pero para ello necesitaba la aprobación del Jefe del Departamento de Medicina, pues Banting no trabajaba en el hospital.
Mcleod intercedió ante Duncan Graham, Jefe del Departamento de Medicina, quien se negaba rotundamente a que se experimentara o investigara en pacientes a su cuidado. Finalmente se le concedió el permiso.

El paciente escogido fue Leonard Thomson, un niño de 14 años, con diabetes desde 1919, que tenía como tratamiento la dieta de Allen (dieta de hambre literalmente, sin hidratos de carbono, con sólo 450 calorías por día, pero que era lo único que se le podía ofrecer en ese entonces a los diabéticos que finalmente no duraban con vida más allá de 12 a 18 meses en promedio), con un peso de 32 kilos. Leonard se veía pálido, con el abdomen prominente, exhalaba olor a cetonas y estaba en cama con escasas posibilidades de mejorar. Su padre autorizó el procedimiento y el 11 de enero de 1922 le inyectaron 15 cc de la isletina, 7,5 en cada glúteo. Esta cantidad era la mitad de la dosis que le habrían inyectado a un perro de su mismo peso. Al día siguiente, su glicemia había bajado de 440 mg/dL a 320 mg/dL. La glucosuria varió en 24 horas de 91,25 grs. en 3.625 cc de orina a 84 grs. en 4.060 cc, lo que significa que no se evidenció un beneficio clínico. Incluso desarrollo un absceso en los sitios de punción. ¿Se imaginan la “pureza” de la isletina en ese entonces?

Pero Banting y su equipo no se rindieron. Más trabajo para Collip. Imagínenlo mezclando, filtrando, destilando, evaporando, concentrando, diluyendo, centrifugando y mezclando otra vez hasta que obtuvo un nuevo preparado el 23 de enero de 1922. Con Leonard casi moribundo fue inyectado ese día, recibió 20 cc a las 5 de la tarde. Su glucosuria bajó a casi 0 y la glicemia el día 24 bajó de 320 a 120 mg/dL. Este día se considera como el momento en que queda demostrado sin ambigüedad que la secreción del páncreas podía usarse para tratar la diabetes humana. 

Luego, en febrero de 1922 otros 6 pacientes fueron tratados con éxito.

Poco tiempo pasó para que el mundo se enterara del éxito obtenido por estos médicos en Toronto, lo que generó el deseo de muchos pacientes por recibir la isletina.

Lo poco que se producía se repartía entre connotadas clínicas de Canadá y algunas en los Estados Unidos, entre ellos la Allen y la Clínica Joslin. 

Como era lógico, mirado desde la perspectiva del siglo XXI, las distintas partidas de “isletina” tenían potencias variables y con frecuencia se infectaban los sitios de inyección. Por otro lado, las reacciones hipoglicémicas eran frecuentes, pero se podría decir que los pacientes las disfrutaban pues les permitían comer dulces y azúcar. 

La isletina producida inicialmente por los laboratorios Connaught (hoy Sanofi-Pasteur), fue paulatinamente sustituida por la fabricada en los laboratorios Lilly. Debido a ello hacia finales de 1923 el drama de la carencia de insulina comenzó a resolverse. 

Insulina Leo, de Novo NordiskCabe mencionar que en 1921, el Dr August Krogh, premio Nobel en fisiología en 1920 aprovecho un viaje por otros motivos y al escuchar hablar de las investigaciones de Banting y Best, visitó Toronto con su esposa que tenía diabetes “de inicio tardío” (nuestra actual Diabetes Tipo 2) para buscar tratamiento para ella. Luego de conseguir el alivio y posterior a su reunión con Banting y Mckleod, logró la autorización de la Universidad de Toronto para introducir la insulina en Dinamarca, donde la existencia de páncreas porcino era abundante en las fabricas de jamón. El Dr. Krogh, trabajó con Hans C. Hagedorn en la elaboración de la insulina ¨Leo¨ que posteriormente dio origen a Novo‐Nordisk, que a finales de 1923 se unió a la “Iletin” de Lilly para la producción masiva del producto.

En el mes septiembre de 1923, entre 20 y 25.000 diabéticos norteamericanos estaban recibiendo isletina. Es en este momento cuando se acordó que la Iletin de Lilly y todas las demás marcas del producto se denominarían insulina.

Banting y BestLa comunidad científica propició que la insulina estuviera pronto disponible en España, Inglaterra , Alemania, Francia, Méjico, Sudamérica y otros lugares alrededor del mundo. Esto contribuyó a que los días de gloria llegaran para Banting. Ceremonias, banquetes, charlas, todos querían rendir tributo a la insulina y su descubridor.

Hacia finales de 1923 Banting viajó a Europa, se presentó en conferencias de innumerables sociedades científicas y hasta fue recibido por el Rey Jorge V de Inglaterra. Más allá de su modestia y reserva forjadas en el seno de su familia campesina, sin duda que no estaba dispuesto a renunciar al reconocimiento de sus logros científicos, cosa que comenzaba a ser vox populi.
Surge entonces en el gobierno de Canadá y la Universidad de Toronto, la idea de postular a Banting para el Premio Nobel de Medicina en 1923. Ese año se postularon 57 candidatos, entre ellos Frederick Banting, postulado por George Crile, un famoso cirujano de la Clínica Cleveland y por Benedict destacado por sus investigaciones del metabolismo. Al mismo tiempo Mcleod fue propuesto por el Profesor Stewart, quien era un renombrado fisiólogo. También hubo una nominación conjunta para Banting y Mcleod, por parte del Profesor Krogh. 

El Comité de elección tuvo muchas dificultades para nombrar al ganador, entre otras cosas por el poco tiempo transcurrido entre el descubrimiento y la postulación, la poca precisión en la contribución cada uno al descubrimiento y el temor a premiar un descubrimiento que transcurrido más tiempo pudiera ser un sencillo fracaso.

El 25 de octubre de 1923, la asamblea de 19 profesores del Instituto Karolinska en Estocolmo, proclamaron a Banting y Mcleod como ganadores del Premio Nobel. 

El Nobel otorgado a Banting y Mcleod, trajo consigo una serie de inconvenientes tanto al interior del grupo de investigadores de Toronto como en lo externo, porque en otros lugares se consideró que se estaba siendo injusto con una serie de investigadores que lograron el aislamiento del factor pancreático hipoglucemiante antes que los canadienses. Y esto es cierto pues hubo varios investigaciones que iban el el mismo camino cuando debieron ser detenidas ya sea por falta de financiamiento o por la guerra.

Pero bueno, eso ya no es culpa de Banting.

Por cierto, cuando Banting supo que compartía el premio con Mcleod, montó en cólera y hasta amenazó con no recibirlo. No reconocía ninguna idea del Jefe de Fisiología, ni su participación en un solo experimento que condujera al descubrimiento de la insulina. 

Por otro lado, Best se sintió frustrado pues con mucha razón él no se consideraba un simple ayudante de Banting, si no su par en toda la investigación, lo que noblemente fue reconocido públicamente por Banting. 

En el mismo sentido, la Universidad de Alberta, donde trabajaba Collip, opinaba que sin la participación de este investigador no se hubiera obtenido un producto puro y atóxico que se pudiera aplicar a los seres humanos. 

La Universidad de Toronto tuvo una actitud muy conciliadora que hizo recapacitar a Banting. Ellos decían que su actitud no beneficiaba a nadie, ni a Canadá, ni la Universidad ni la ciencia. Por lo que finalmente Banting compartió la mitad de su premio con Best, y Mcleod hizo lo propio con Collip.

Siguiendo un poco con el tema biográfico y algunos datos más, en el año de 1939 Frderick Banting fue ordenado Caballero por el Rey Jorge V de Inglaterra. Título que siempre detestó usar amenazando con agredir físicamente a quien lo llamara “Sir Banting”. Se casó en 1924 con Marion Robertson hija de un médico de Elora, Ontario, con ella tuvo su único hijo, William, pero este matrimonio terminó en divorcio en 1932. Banting se casó en segundas nupcias en 1939 con Henrietta Ball, quien trabajaba como técnico de su laboratorio quien le sobrevivió a su muerte en 1941.

Se sabe que aparte de la medicina, otra de las pasiones de Banting fue la pintura, la cual solía mitigar sus momentos de angustia y depresión. De hecho Banting dijo aluna vez que su deseo era retirarse de la investigación al cumplir los 50 años para dedicarse de lleno a la pintura, pero el destino decidió otra cosa.

La vida terrenal de Frederick Banting terminó el día 20 de Febrero de 1941, cuando el avión militar donde viajaba hacia Londres se estrelló en New Founland, en Canadá. Hoy, los restos mortales de Banting reposan al lado de los de su esposa Henrietta en el Cementerio de Mount Pleasant, en Toronto.


Hubo otras fechas importantes... el 30 de octubre, el 11 ó 23 de enero, el día del Nobel... No se... Pero se eligió el 14 de noviembre como LA fecha para conmemorar. Y está bien, creo.

Yo siempre he dicho que las personas no mueren si son recordadas. Y para mi Frederick Banting vive cada día en cada uno de nosotros, los millones de personas con diabetes alrededor del mundo. Renace y vuelve a vivir en el instante preciso en que nos inyectamos esa dosis de la “isletina” que él ayudo a descubrir, esa que nos permite seguir viviendo y seguir recordando a personas como él, personas que nos han entregado tanto y que han hecho que tengamos una vida mejor...

Si lo sabrá Leonard Thomson, aquel primer paciente tratado con la isletina... quien falleció finalmente en 1935, trece años después de haber recibido por primera vez una dosis de "el suero milagroso" como se le llamó a la insulina en esa época.

Leonard Thomson Leonard Thomson



Acá les dejo algunos enlaces si quieren profundizar más en esta historia...

Galería fotográfica de mi visita a la Casa Museo de Banting en London, Ontario, Canadá.


http://link.library.utoronto.ca/insulin/timeline-frames.html

http://www.utoronto.ca/bandb/banting.htm

http://www.utoronto.ca/bandb/best.htm

http://www.diabetes.ca/about-us/who/banting-house/

http://www.discoveryofinsulin.com

http://archives.cbc.ca/health/medical_research/topics/702/

http://nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/1923/banting-bio.html

http://nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/1923/macleod-bio.html

http://www.novonordisk.cl/documents/article_page/document/2_2_history.asp

http://www.sanofipasteur.cl/sanofi-pasteur2/front/index.jsp?siteCode=AVPI_CL&codeRubrique=15

15 de noviembre de 2011

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14 de novembro - DIA MUNDIAL DO DIABETES

Oi amores...
Ontem foi o dia mundial do Diabetes.
Um data importante para lembrar dos cuidados e prevençoes.
O diabetes, que 10 anos atrás era considerado um estígma, hoje é uma doença que se pode conviver perfeitamente basta ter alguns cuidados.

Tem um site que entro e adoro, que explica bem direitinho tudo que precisa-se saber sobre o básico do diabetes.
Está em español, mas como quase todos no Brasil dizem que español é facil, sobretudo lendo jejeje
Vou colocar aqui para que possa ler e concientizar-se.
Entienda la diabetes, tome el control


PREVENCIÓN DE LA DIABETES:



En la actualidad, la diabetes tipo 1 no se puede prevenir. Los factores desencadenantes que se cree generan el proceso que tiene como resultado la destrucción de las células del organismo productoras de insulina siguen bajo investigación. La diabetes tipo 2, sin embargo, se puede prevenir en muchos casos si se mantiene un peso sano y si se es físicamente activo. Estudios en China, Finlandia y los EE UU han confirmado este punto.
Dejando a un lado los argumentos sobre la calidad de los datos y las metodologías utilizadas, los últimos 30 años han sido testigos de un rápido aumento de la diabetes tipo 2. En 1985 se estimaba que había aproximadamente 30 millones de personas con diabetes. Una década más tarde la cifra incrementó a 150 millones. Hoy según las cifras de la FID hay más de 250 millones de personas con diabetes. A menos que se tomen medidas implementando eficazmente programas de prevención y control, la FID predice que el número total de personas con diabetes alcanzará los 380 millones para 2025. Cada vez está más claro que la explosión de la diabetes desbordará los sistemas sanitarios en todas partes y alterará los beneficios del desarrollo económico. Es importante que el mundo de la diabetes transmita un mensaje consistente, que diga que la inversión en educación diabética y programas de prevención supondrá un ahorro económico a largo plazo y aportará importantes beneficios en términos de calidad de vida para las personas con diabetes y aquellos con un alto riesgo de desarrollarla.
El enfoque de prevención primaria de la campaña del Día Mundial de la Diabetes se basa en el Consenso de la FID sobre Prevención de la Diabetes tipo 2. El Consenso propone un sencillo plan en tres fases para la prevención de la diabetes tipo 2 en personas de alto riesgo.
La FID recomienda que todas las personas que corran un alto riesgo de desarrollar diabetes tipo 2 sean identificadas mediante rastreos oportunistas y autoanálisis. Las personas de alto riesgo se pueden identificar fácilmente mediante un sencillo cuestionario para evaluar factores de riesgo como la edad, el perímetro de cintura, los antecedentes familiares, el historial cardiovascular y el historial gestacional.
Una vez identificadas, las personas de alto riesgo deberían medirse los niveles de glucosa en plasma acudiendo a un profesional sanitario para detectar si existe alteración de la glucosa en ayunas o alteración de la tolerancia a la glucosa, ya que cualquiera de ellas indicaría un aumento del riesgo de diabetes tipo 2.
Hay pruebas sustanciales de que conseguir un peso corporal sano y realizar ejercicio moderado puede ayudar a prevenir el desarrollo de diabetes tipo 2. En la prevención primaria, los educadores diabéticos juegan un importante papel a la hora de ayudar a las personas a entender los riesgos y a definir objetivos realistas para mejorar su salud. La FID recomienda como objetivo realizar al menos 30 minutos de ejercicio al día, como caminar a paso ligero, nadar, montar en bicicleta o bailar. Caminar con regularidad durante al menos 30 minutos al día, por ejemplo, ha demostrado reducir el riesgo de diabetes tipo 2 en alrededor de un 35-40%.
El Día Mundial de la Diabetes promoverá una mayor concienciación sobre los factores de riesgo de diabetes y fomentará que se compartan las prácticas óptimas en la prevención de esta afección. La campaña pedirá a las partes implicadas de la diabetes que hagan una llamada a los Estados Miembro de la ONU para que cumplan las promesas contenidas en la Resolución de la ONU sobre la diabetes y desarrollen políticas nacionales para su prevención, su tratamiento y su atención en línea con el desarrollo sostenible de sus sistemas sanitarios.

ENTIENDA LA DIABETES: CONOZCA LOS SINTOMAS DE ALERTA DE LA DIABETES.
Los síntomas de alerta de la diabetes (*):
  • Necesidad de orinar frecuente
  • Sed excesiva
  • Apetito constante
  • Pérdida de peso repentina
  • Cansancio extremo
  • Falta de interés y concentración
  • Vómitos y dolor de estómago (en muchas ocasiones se confunde por gripe)
  • Una sensación de cosquilleo o adormecimiento de las manos y los pies
  • Otros síntomas incluyen visión borrosa, infecciones frecuentes y curación lenta de las heridas.
(*) Estos síntomas pueden ser leves o no presentarse en la diabetes tipo 2.

Si tiene estos síntomas, busque atención médica ¡YA!



ENTIENDA LA DIABETES: CONOZCA LOS RIESGOS

Existen muchos factores de riesgo en la diabetes tipo 2. Entre ellos se incluyen:
  • Obesidad y sobrepeso
  • Falta de ejercicio
  • Haber sido diagnosticado con intolerancia a la glucosa
  • Dieta poco saludable
  • Edad avanzada
  • Tensión alta y colesterol alto
  • Historial familiar con diabetes
  • Historial con diabetes gestacional
  • Origen étnico - se han observado altos índices de diabetes en asiáticos, hispanos, personas indígenas (EEUU, Canadá, Australia) y afroamericanos.

CAMPANHA 2011: